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terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Tão contrário a si é o amor

Achei que talvez não fosse fazer falta ter terminado algo , mas ainda assim não consigo me acostumar com o fato de não ter um ombro pra recostar ... Afinal , o que é esse volátil estranho ao qual chamamos de amor ? Que sentimento é esse ? O desconhecido que acolhemos e , que quando se vai achamos que não precisará de superação...Já faz algum tempo , mas dei pra ficar lembrando , me remoendo , talvez até me arrependa de achar que poderia lidar com essa situação.

Bom , o que foi feito está feito! Acho que devemos pensar nele , no amor . A razão que a própria razão não consegue entender , ele é simplesmente sem razão.

E eu , troquei um amor sincero por uma situação verdadeiramente platônica, que não passa de um inferno anal . Mas , agora pergunto , será que o que sinto , pode ser chamado de amor ?




" So schnell du auch fliehst ,
So weit du auch kommst
Träsgt du mitch mit dir,
Wohin du auch gest,
Was immer du tust
Ich bin teil von dir"-Lichtgestalt-Lacrimosa

" A busca moderna pela máquina do movimento perpétuo equivale é busca da máquina do amor perpétuo"-Clarissa Pinkola Estés - Mulheres que correm com os lobos



Assim me despeço ,
Bárbara

Um comentário:

philosophystrikesagain disse...

ame-se.tome sua consciência e suas reflexões como seu melhor amigo.ame-se mais do que a qualquer outro ser.relacionamentos amorosos com outras pessoas não funcionam quando não nos amamos.ame-se acima de tudo!