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sábado, 20 de dezembro de 2008

Fé(de novo)

"Eu não poderia acreditar em um Deus que não soubesse dançar"-Friedrich Nietchzse




Bom , não é por nada não , mas eu acho que o Nietchzse "se amarrava" em uma curimba. Ok, Ok. Chega de frases mal escritas. A cada toque que assisto me vejo cada vez mais apaixonada pelo Candomblé.




Pode ser um "auto - condicionamento", talvez porque sempre convivi com pessoas desse meio, mas não sei. O candomblé é hoje a única coisa que eu não contesto nesse mundo, e não me pergunte o porque meu instinto questionador não é tão afiado quando se trata disso.

O fato é: abraçar um Orixá traz para mim uma sensação de paz sem igual, um amor tão puro, que me faz tremer e comemorar, pois é algo que eu não lutei para ter e por isso, me acalma, me faz sentir protegida e mais forte.
Eu me conheço o suficiente para saber que o que eu sinto em relação a essa religião não é algo que vai durar meses.
Eu procurei tanto por esse nível de empatia, que agora eu me pergunto se a resposta não estava bem na minha frente o tempo inteiro. Independente disso, já ocorreu uma mudança em mim, eu tenho sido mais humilde e tento com esforço ser mais gentil.
Não que essas mudanças ocorram por causa da religião exclusivamente, mas porque tenho visto coisas que antes sequer sabia que existiam.

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