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domingo, 27 de dezembro de 2009

Dos tempos primitivos

Ele entrou na vida dela de repente,não mais que de repente.Com uma importância miúda e muitos sorrisos.Tornou-se presente e isso nunca fora tão ambíguo.
Viver sem ele,sem pensar nele não tinha graça.As gargalhadas baixas dele a divertiam muito mais do que as piadas clichês de uma comédia ruim.Tê-lo em sua vida era bom demais,normal demais.Conversar com ele era tão natural que parecia uma função orgânica.
Mas de repente surge algo inesperado,alguém com um humor tímido,que passou na vida dele e revirou tudo,num raio de longos cabelos. É,ela duramente percebeu que nem tudo nessa vida é recíproco.

3 comentários:

Lara Torres disse...

Eu concordo plenamente!
...
Nem tudo nessa vida é recíproco!

Mel. disse...

Ah, o doce platonismo...

M. A. disse...

Muito real e triste... é tão natural que parece eterno.
Nunca pensamos que um dia um braço ou uma perna pode simplesmente não estar lá.