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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Quiet,recolhida.

É estranho escrever poesia delicada
Rica,rendada e floreado com esmero.
Quando estou fria e retalhada
Por feridas construídas com esplendor.

A amargura é forte,como café escuro
Concentrado,sem açúcar
E com muito creme a lhe disfarçar a aparência.
Eu queria e meus sentimentos ficassem dormentes e parassem de palpitar,

O esmalte carmim se desfaz nas minhas unhas,
Mas meus sentimentos enjeitados passam a cravar rugas
No meu rosto que acaba de se livrar das espinhas.

2 comentários:

Lara Torres disse...

Bem, o seu cartão está aqui só te esperando! Não só o card mas também o presentinho!
Eu gosto de Natal apenas por ser Natal! Sempre gostei!
Tipo, não que eu não esteja gostando que o ano está para começar, mas, sei lá… esse é o ano das incertezas, então, faz com q fiquemos inseguros, que é o que eu estou, embora eu acredite que tudo vai dar certo!
O que eu quero para esse ano, é entrar para a faculdade *¬* e lançar o livro!
Espero que consigamos!
Feliz Natal!

Bárbara disse...

Espinhas x Rugas, bela reflexão. O carmim nas unhas me fascina. Linda poesia.

:)