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domingo, 30 de maio de 2010

Não Consigo.

Não consigo rir,como essa gente incoerente
Não consigo dançar esse ritmo pouco inocente.
É impossível me comportar com pouco comprisso,
Não consigo,não dá.

Minha tentativa de esquecer meus valores é sempre vã,
E a pesar de tudo,essa vida monótona e visceral
Mantem-me sã.
Mas esquecer das minhas verdades e opiniões?

Não consigo,não posso,não dá.
Prefiro a morte,o ócio.
Prefiro poder esquecer que a minha coerência
É chamada de macambuzice.




P.S: Caros leitores,espero que vocês gostem desse poema(?) mais que eu.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Versos breves.

Eu quero ser fútil e frívola,
Preciso encontrar em meu exagerado desespero
Alguma distração para agonia.


(E me sinto profundamente consumida por algo que não existe.)

sábado, 8 de maio de 2010

Lamy.

Escrita macia,suave.

Azul único.

A cor amortece o sentido das palavras

Mentira.

Amortece os sentimentos.

Acabou a poesia.