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sábado, 11 de dezembro de 2010

Absolut(amente)

 As luzes pulsam,coloridas
 O som alto desafina,nos meus ouvidos
 Enquanto os outros corpos não param de se esbarrar.

 A luz forte dilata minhas pupilas,o movimento incessante
 Faz meu corpo suar.
 Olhares se cruzam,pernas também.

 Há muitos que estão bêbados,
 Na esperança de ser alguém.

Um comentário:

Mel. disse...

Lembrou-me um texto do Gregório Duvivier chamado "rave cabralina".