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sexta-feira, 4 de março de 2011

Ela odeia o que vê no espelho, e essa  porra de vidinha classe média
Ela odeia a descrença dos outros,ela odeia se deixar atingir
Ela só não corta os pulsos,porque enquanto há vida há esperança,
E talvez em tempos de bonança,
Alguma alegria ouse vir.

Um comentário:

Fábio Pedro Racoski disse...

Ou mesmo em tempestades, furacões, terremotos, vulcões, que mudam a nossa geografia interna.

Mais uma vez: lindo!