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quinta-feira, 19 de maio de 2011

A bola amarela

O menino magrelo e sem camisa
Praguejava ao vento, enquanto
Sua bola amarela
Rolava distante no valão.

Quando isso aconteceu,ele saiu da minha visão
E entraram os tapumes,supostamente erguidos
Para proteger as pessoas da favela
Da linha expressa,
Amarela. Como a vida do menino.

Um comentário:

Fábio Pedro Racoski disse...

Gostei! Tava com saudades dos teus versos!